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Galeria de poetas publicados
 
 

 

Luciano Dias Rosa - Ludiro
Caçapava / SP

     
 
PUBLICAÇÕES
 

Ludiro, filho de Avelino Manoel Rosa e Adelaide Dias Rosa, nasceu em Criciúma-SC, em 22/07/1975, mas cresceu e adotou Laguna como cidade de coração. Casado, atualmente reside em Caçapava-SP, onde é militar do Exército. Tem várias de suas poesias destacadas em diversos sites na internet.
Participou da Antologia Poemas Dispersos da Literatura Clandestina, organizada pelo jornalista/escritor Elenilson Nascimento e editada pela CBJE, tendo esta, além de sua poesia, a contra-capa de sua autoria. Participou das Antologias 28ª até a 35ª Antologia de Poetas Contemporâneos, Os mais belos poemas de amor 2006 e 2007, Poemas Dedicados, Panorama Literário 2006/07 e Doce Loucura 2007, todas da CBJE, e mais Amor & Paixão - Vol I e O Tempo Não Apaga - Editora Celeiro de Escritores, e das Antologias Poetas do Café - Vol 1 e Poesia do Brasil - Vol 04 lançadas no XIV Congresso Brasileiro de Poesia em Bento Gonçalves-RS, em outubro de 2006, onde participou da noite de autógrafos do lançamento.
Tem também trabalhos publicados em várias comunidades do Orkut, Gazzag e Faceboxe.

Trabalhos Fotográficos:
- Fotógrafo de oportunidade: http://br.pg.photos.yahoo.com/ph/sgtdiasrosa/my_photos

Livros em andamento:
- O Reino Encontado de TextWorld - Livro infantil que insentiva a literatura, leitura e os versos através da imaginação.
- O Rio da Minha Vida - Um romance baseado em situações reais em 1886 com com uma história fictícia de um oficial do ERB.
- Droga de vida, vida na droga - um drama cheio de surpresas onde mostra a vida de um menino de rua por outro ângulo.
- Como um doce para terra - devaneios vertiginosos de um pensador. obra surrealista.

 

poeta.ludiro@gmail.com

 

Ludiro é poeta publicado na Edição 2006/2007 do Panorama Literário Brasileiro

 

 





 

Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 28

Chuva

A chuva
Que surra
Meu rosto
Faz-me lembrar
Quando brincava
Em suas poças

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 29

Maturidade

Mãos trêmulas
Cansadas
Com seu chapéu de palha
Sentado em sua cadeira
Olhando a estrada
Na varanda de sua estada
Lembrando tempos passados
Época das namoradas
Dias cheios de trabalho
Sem tempo para nada
Agora lhe resta
Sua amiga cadeira
O cachimbo de madeira
Com suas histórias
Bem contadas

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 30



Epitáfio


Por amor à amada,
deixo as boas lembranças
e este amor, enfim, dividido.
Por amor à Terra,
entrego-me ao seu bel-prazer.
Por amor ao céu,
agora posso voar,
deslizar sobre suas nuvens,
enfim,
estar entre as estrelas!


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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 31

Sonhos

Transbordam
Afogam-me
Em lágrimas
Que traçam
Meu rosto
Formando desenhos
Desconexos
Sem sentido
Misturados ao suor
Do corpo cansado
Deixando encharcadas
As vestes da minh’alma
Nas profundezas
Do sonho
Angustiante
Onde
Acordei
Sem
Fôlego

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 32

Visão

Hoje fui capaz
de ver seus olhos
além da imaginação!
Eram tão reais...
que meu coração
clamava de joelhos
para que se aproximassem.
O peito palpitava,
Respirava profundo.
Acordei...
seus olhos nos meus.
Senti
o toque de seus lábios
e percebi que estou vivo...
Além da imaginação,
anseio com intensidade
esta prazerosa
visão!

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"Os mais belos Poemas de Amor" - Edição 2006

Amar tanto amar

Eu te amo
Simplesmente porque te amo
Se te amar fosse morrer
Estaria condenado à morte
E a morte
Levar-me-ia
Assim
Feliz
Pois morreria te amando
Mas se te amar é doença
Sou um incontrolável hipocondríaco
E não quero ter cura
Desta doença maluca:
A doença de te amar.
Mas se para viver
Sem ter o teu amor
Uma imensidão caísse sobre mim
Me restaria apenas
A morte infeliz
E para mim
Morrer sem lutar
E assim findar
Com uma simples frase
Aqui jaz
Aquele que morreu
Por amor a ti!

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Antologia Poética "Doce Loucura" - Edição 2007

Absinto

Bebo do teu néctar,
entrego-me em teus lábios!
Morro neste (ab)sinto
que degusto em tua boca
e entrego minha alma,
te envolvo na melodia
dos meus braços.
Entrega-me e
Alivia minha dor
no deleite deste amor
e derruba-me
no gole mortal
deste (ab)sinto.
Que mal sinto
em meu corpo ardente
o labirinto de teu corpo.
Estou vivo e...
estou morto!
Mas sinto o teu (ab)sinto
em minha garganta,
Queima a carne
levemente em teu olhar
profundo e profano.
Deixo absorver
a dor saborosa
deste alívio
partir —
pra dentro de ti
e te sinto
num gole de (ab)sinto
de tua saliva —
que nos integra num único ser!

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Antologia de Poemas Dedicados - 2006

Anjo do Haiti


Tanta tristeza em um olhar,
Pequena carente querendo amar.
Neste deserto de puro rancor,
Lugar que nasce pedra ao invés de flor.
Grande tristeza no pequeno olhar,
Desta menina com tanto pra sonhar...
Um lugar que clama por socorro,
Deus está de olho com o seu arcanjo,
Enviou pra este lugar...
Um pequeno e belo anjo,
Com um coração repleto de amor.
Seu nome, Madali!
Este anjo que contempla tanta dor.
Pequenina e linda criança,
Este anjo do Haiti!
É futuro e esperança,
De todos os sofridos que vivem aqui!

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