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nº5 - 1º de Fevereiro de 2010 - 4 páginas informebrletras@gmail.com |
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Valmari Santos Nogueira
Salvador / BA |
Paulino José Pereira de Lima Santa Luzia / MG | ![]() |
O miliciano No campo um negro vulto se move Em meio à sangrenta batalha! Festins diabólicos Delituosos Beijam-lhe o peito... Toma o homem O herói No Soldado. O comando registra a baixa E recorre desesperadamente aos reforços. As milícias crescem, mais, e mais... Reascende-se a luta! Árdua Pela vida De morte E os projéteis desvairados Ferem no tempo O espaço! Vêm do sul Do norte Nun zunir poético Fuzilante Funesto Ali tomba o fraco Aqui o forte Ali um estranho Aqui sou eu. |
Perfeita paixão No zelo dos sentidos, és minh'alma Vigor de vida, viço, complemento O ar que me invade neste vão momento Hálito essencial que me traz calma. Tua beleza medra feito palma Teu corpo é mel. É puro e doce alento O sustento real, nobre alimento Sentimento tenaz que tanto acalma. Me toma em teus deveres e desvelos Refrigério eficaz à solidão Um instante sequer passo sem tê-los Porque és para mim a encarnação Do amor pleno sem traumas ou apelos A síntese perfeita da paixão. |
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![]() "O Casarão " Maria José A. Moreira 70 páginas Editora CBJE Contato com a autora: xk30@ig.com.br |
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Marlene Edir Severino de Castro Itajaí / SC |
Maria Helena Camilo
Lagamar / MG | ![]() |
Como a Esfinge Descreva-me sob tua ótica, quero me descobrir no teu olhar, saber o que vês quando me olhas, o que interpretas de mim quando me dissecas. Decifra-me ou devoro-te! Nesse instante, quero contigo me sintonizar, entrar na tua frequência, te captar, te capturar e somente depois disso e com muita calma, te devorar! |
Vazio Peito seco. Alma vazia. Vazia de sonhos... Onde foi parar a poesia? Se ela esta por perto Sinto-me inundada Imersa num óleo de bálsamo. Meu íntimo desfalece... Fogem-me as palavras Não recito sequer uma prece... Olho o arrebol A neve branca e fria... Busco o pôr-do-sol Sigo vazia... A cachoeira, o burburinho... A montanha azul A curva do caminho... Estou manina... Inspiração falha A pena borra A rima não calha O grafite quebra A tecla trava... Sinto-me perecer, minar... Vegetar... (?) Quero de volta o encanto Meus sonhos, as fantasias... Inundar-me no pranto Fartar-me na alegria... Tire-me a vida, oh Deus! Mas não me tire a poesia... |
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![]() "Saberes" Alunos da Turma 22211 do Santa Mônica Centro Educacional Barra da Tijuca 96 páginas Editora CBJE Contato com o autor: supervisao_bt@ santamonica.com.br |
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