Fernanda Espinha da Cunha Rio de Janeiro / RJ
A persistência da inconsistência
E pensar que num instante Tudo ficou diferente Nada mais, daqui para a frente Como havia sido antes.
Porém semelhantes agrúrias Outros sei que já passaram Planos que nunca vingaram Sustentados por lamúrias.
Mas para quê essa inconsistência De perpetuar o que não tem jeito? Em querer reter um tempo desfeito Com tamanha persistência?
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