Irina Andrea Jacinto Sopas Rio de Janeiro / RJ
É o fim
É o fim Dos meus poemas de amor. Poemas tristes, dolorosos, Recheados de ódio e de rancor. Repletos de queixas e desamor.
Onde Os poemas alegres, esperançosos Que mantinham acesa a paixão Que dilacerou o meu coração?
Poemas que se lembravam de ti, Do "nós" que nunca existiu, E se esqueciam de mim.
É o fim, Dos poemas de amor, Dedicados ao ogro, dedicados a ti. Porque hoje é um novo dia O dia em que te esqueci.
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