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Ademar
dos Santos Lima
Manaus
/ AM
O
pão verde de cada dia
No entardecer, o pôr-do-sol
Aquece-me com seu brilho radiante,
No anoitecer, o luar ilumina-me o coração,
No amanhecer, o orvalho refrigera-me a alma.
Caminhado nas matas, vejo os verdores,
Nos rios, o deslizar das ondas.
Quão doces rios, rios de águas doces
Que espertam os corações, floria as paisagens.
Mas, mais doce ainda é ver-te harmoniosa,
E dar-me de teus fartos galhos o pão
Que me sustenta por toda vida.
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