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  Adeilton Oliveira de Queiroz
Gama / DF

     
 
PUBLICAÇÕES
 

Adeilton Oliveira de Queiroz, nasceu em Brasília/DF, em 14 de setembro de 1974. É escritor, poeta e pedagogo. Acredita em Deus e no poder das palavras. Gosta de escrever palavras simples e claras, que levem alegria e esperança. Para ele a poesia é "Palavra que lavra o que a imaginação oferece." Tem diversos poemas publicados nas Antologias de Poetas Brasileiros Contemporâneos, da CBJE.


escritor900@yahoo.com.br

Adeilton teve o seu poema "A maravilhosa arte de perdoar os peixes" selecionado como uma das 100 melhores poesias de 2006, sendo incluído no Panorama Literário Brasileiro - Edição 2006/2007 da CBJE-BrLetras





 


 

 

 

 

 

Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 20

Segredo

Se a nuvem falar pra terra o segredo do vento
Eu tenho certeza que a água dominará o tempo

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 21

A medida da água


A ciência ainda não sabe
mas a água tem cor e sabor.
A água tem espaços que os arquitetos não conseguem medir.
A água tem linguagem independente das estações.

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 22

A vida é maravilhosa


A vida é maravilhosa
Pra mim ela dá verso e dá prosa.

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 25

A maravilhosa arte de perdoar os peixes


Eu sei pouco sobre o perdão e sobre os peixes
Mas sobre a arte de perdoar os peixes
Eu sei tudo.
Eu sei pouco sobre a beleza e sobre as árvores
Mas sobre a beleza das raízes das árvores
Eu sei tudo.
E sei também que os peixes, as árvores e as flores
realizam maravilhosos saraus.

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 29

A primeira arte

arte inicial
arte poética
arte primeira
arte chão da artística criação
arte geradora das outras artes
arte que tudo de bom cria
arte poesia.

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 31

Céu aberto

O céu agora é feito de nuvens frágeis
Nuvens de um azul claro quase transparente
O céu está aberto para nossas orações.

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Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 32

Da paciência

Da paciência da inteligência
vem a sabedoria
Da paciência do tempo
vem o deserto
Da paciência do espaço
vem a eternidade
Da paciência da estalactite
vem a estalagmite.

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